O Ignis conecta o seu financeiro ao banco, emite a nota fiscal do próprio pedido e controla cada selo do INMETRO — do orçamento ao laudo, sem planilha paralela e sem redigitar nada.
Primeiro mês grátis. Sem cartão de crédito.

O problema
Com poucos clientes dá para segurar na memória. Com muitos, o que se perde é dinheiro que não bate, nota que atrasa e selo que ninguém acha.
Boleto num banco, Pix noutro, dinheiro na mão. Fechar o mês é reconstruir de memória o que já foi pago.
Faturar exige redigitar cliente, serviço e valor no site da prefeitura. O que é urgente sempre passa na frente, e a nota fica para amanhã.
A numeração da Casa da Moeda anotada no caderno. Quando o INMETRO pergunta onde foi parar o selo 4.312, começa a caçada.
Pediram o Anexo O do mês passado. Montar aquilo à mão custa um dia — e o prazo era ontem.
Não existe uma lista de inadimplentes: existe a memória de quem vende e o extrato de quem paga as contas.
Os mesmos dados no orçamento, na ordem de serviço e no laudo. Cada digitação é uma chance de errar o que vai assinado.
Não falta esforço. Falta um lugar onde o dinheiro, a nota e o selo estejam juntos.
Recursos
Integrado ao banco que você já usa e à prefeitura onde você já emite. Sem segunda planilha e sem redigitar nada.
Boleto, Pix e link de cartão emitidos do próprio pedido. Quando o cliente paga, a baixa é automática — ninguém confere extrato à mão.
Asaas, Cora, Itaú, Bradesco ou Santander: você usa o banco que já tem, com as suas credenciais e a sua taxa.
A nota sai do pedido executado, com um clique, e a carta de correção também — onde a prefeitura aceita.
Cadastre o lote da Casa da Moeda uma vez. O sistema reserva na aprovação, registra em qual equipamento foi aplicado e devolve o que sobrou.
Os mapas mensais que a fiscalização pede saem do que a sua equipe executou. Responder virou consulta, não mutirão.
Aprovar o pedido já cria o laudo com equipamentos, normas e prazos calculados. Na oficina se digita só o que se lê no cilindro.
Quem deve, quanto e há quantos dias — numa lista, não na memória. Com o comissionamento do vendedor calculado no fechamento.
Orçamento 71001 vira pedido 71001, ordem de serviço 71001 e laudo 71001. O cliente liga citando o número e você acha tudo na primeira busca.
Como funciona
O orçamento 71001 vira pedido 71001, ordem de serviço 71001, laudo 71001 e a cobrança do 71001. Um número para achar tudo — inclusive o que foi pago.
Orçamento
A proposta sai
Pedido
O cliente aprova
Ordem de serviço
A equipe executa
Laudo
O selo é aplicado
Renovação
Doze meses depois
A cobrança nasce junto com o pedido
O pagamento dá baixa sem conferência
A nota fiscal sai do que foi executado
O selo sai do lote e vai para o extintor
Os prazos vêm da NBR 12962 e da 13485
A comissão fecha junto com o serviço
Benefícios
Não é a promessa de organizar depois. É o serviço de hoje saindo faturado, cobrado e registrado — com quem executou e quando.
Conformidade
Quem assina o laudo responde por ele. Por isso a norma aqui não é texto de ajuda: é a regra que calcula o prazo, reserva o selo e monta o Anexo O.
NBR 12962 e 13485 nos extintores, NBR 12779 nas mangueiras, Portaria INMETRO 314/2025 nos selos. Não é um campo de observação: são as regras que definem o prazo de cada equipamento.
Cada número tem dono, data e equipamento. É essa cadeia que a fiscalização pede — e que caderno nenhum sustenta depois de mil selos.
Laudo, certificado e ordem de serviço saem com o seu logotipo, o seu CNPJ, o seu registro e a rubrica do seu responsável técnico.
Laudo emitido guarda exatamente o que foi impresso. Corrigir gera nova versão, e a anterior continua consultável anos depois.
O isolamento entre empresas é aplicado no banco, não só na tela. E senha ninguém lê — nem nós.
Administrador, vendedor, financeiro e técnico têm acessos diferentes. E dá para saber quem emitiu cada documento, que é o que o laudo precisa provar.
Começar
Sem implantação de meses e sem consultor. Você conecta o banco, informa os selos e já emite — o primeiro mês é por nossa conta.
CNPJ, registro no INMETRO e o responsável técnico que vai assinar os documentos.
Suas credenciais de cobrança e do emissor de nota, nas suas condições — o Ignis não fica no meio do dinheiro.
A numeração que a Casa da Moeda entregou. A partir daí o sistema controla cada número.
Recargas, testes hidrostáticos e mangueiras, com preço, custo e o piso que ninguém pode furar.
O número nasce aqui e acompanha o serviço até o laudo. É o mesmo do começo ao fim.
Laudo e selos saem com a aprovação; a cobrança e a nota saem com a execução.
Contato
Quantos equipamentos você atende, como cobra hoje e onde emite a nota. Respondemos em até um dia útil.
Esri, HERE, Garmin, © OpenStreetMap
O envio abre uma conversa no WhatsApp com o texto acima. Nada é gravado neste site.
Crie a conta, conecte o seu banco e emita a primeira nota. São 30 dias com o Ignis inteiro, sem cartão de crédito — e se preferir conversar antes, a gente atende pelo WhatsApp.